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Portas Abertas no Brasil comemora 40 anos com noite de celebração




Portas Abertas no Brasil comemoram 40 anos
Portas Abertas no Brasil comemoram 40 anos

Neste sábado, mais de 1.700 pessoas se reuniram na Igreja Batista Boas Novas, em São Paulo, para celebrar os 40 anos de ministério da Portas Abertas no Brasil. Entre as presenças especiais estiveram os dois cristãos perseguidos da Índia, pastor Samuel* e Aaron*, o CEO da Portas Abertas Internacional, Dan Ole Shani, e a responsável pelo início do ministério no Brasil, irmã Elmira Pasquini.

No início da celebração, Marco Cruz, secretário geral da Portas Abertas no Brasil, agradeceu a presença de todos, em especial aos parceiros da Missão. Ele pediu para que ficassem de pé e compartilhou: “Se a Portas Abertas existe no Brasil há quarenta anos é por causa das suas orações, do seu voluntariado e das suas contribuições. Louvado seja Deus pela sua vida”, disse Marco. Ele terminou dando a devida glória a Deus, mas dizendo que sem o engajamento dos parceiros, a Portas Abertas no Brasil não estaria onde está hoje.

A Irmã Elmira recebeu uma homenagem e falou sobre como Deus deseja nos usar e, que se a Portas Abertas está de pé é porque Deus fez tudo. Ressaltou a importância da oração e pediu que todos orem também pelo Brasil. Ela terminou incentivando a cada pessoa a mobilizar mais alguém pela causa.

Dan Ole falou sobre um dos valores centrais da Portas Abertas, somos pessoas de oração. Sobre como a vida de oração dele mudou depois que conheceu os cristãos perseguidos. Hoje, orar pelos países perseguidos faz parte da vida dele. Ele também disse que contará para o Irmão André o que aconteceu neste dia e, pediu aos parceiros do Brasil que não parem de orar. “Eu creio que a oração dos cristãos pode transformar o futuro”.

Pastor Samuel, cristão perseguido na Índia, disse que diferente de como o país dele é conhecido no Brasil, algo forte lá é a perseguição aos cristãos. “Diariamente eu recebo no meu telefone relatos de 5 a 10 incidentes”. Mostrou um gráfico em que consta que em 2017, 661 incidentes aconteceram com irmãos. Para se ter ideia de como a violência tem crescido, somando os últimos 4 meses, já são 294 casos. Explicou o quanto está feliz pelo apoio que a igreja brasileira dará a Igreja Perseguida na Índia no Domingo da Igreja Perseguida (DIP). Ano que vem é ano de eleições na Índia. “Orem para que o poder político possa se dissipar. Obrigado pelo o que vocês estão fazendo pela Igreja Perseguida na Índia.”

O também cristão perseguido indiano, Aaron, compartilhou no evento um vídeo de uma igreja queimada, cujo pastor foi morto. Contou testemunhos impactantes como o da irmã Padmani, que foi drogada e violentada por homens por 12 dias. Ela não via mais esperança na vida. A Portas Abertas conseguiu acha-la e cuidou dela, que hoje aprende computação. Agora, ela é a líder de jovens e encoraja outras moças a se aproximarem mais de Deus.

Ele também mostrou fotos de vários projetos e como a Portas Abertas tem, por meio deles, transformado a vida de muitas pessoas. Projetos como plantação feita por crianças, enquanto elas louvam a Deus, fabricação de tijolos e produção de açafrão. “Eu tenho orgulho de cada um de vocês que tem contribuído com esses projetos.” Por fim, pediu que a igreja brasileira ore pela Índia porque existem irmãos e irmãs em áreas ameaçadas.

“Quando eu vi essa igreja maravilhosa no Brasil, achei lindo. Uma coisa que me impressionou foi que muitos cristãos brasileiros com os quais compartilhei as histórias dos indianos perseguidos, choraram. Eles não sabiam da perseguição e quando souberam, choraram. Além disso, muitos jovens vieram falar comigo que sentiram um chamado missionário através dos testemunhos da Igreja Perseguida. Eu percebi que devo ser mais ousado e pregar mais a palavra de Deus”, compartilhou Aaron.

A irmã Rosangela, de 42 anos, que esteve presente no evento, disse que “o que mais me chama a atenção nessa Missão é a disponibilidade do Irmão André em aceitar esse chamado tão difícil de resgatar vidas para Cristo”. A jovem Letícia, de 18, afirmou que conheceu a Igreja Perseguida pelo acampa underground. Depois, leu o livro O contrabandista de Deus e percebeu o quanto é importante amar essas pessoas que são perseguidas. Não deixar com que eles se sintam sozinhos. “Estou aqui hoje porque já me sinto parte do que a Portas Abertas construiu até aqui.”

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Missão Portas Abertas

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